janeiro 31, 2005

Seminário Tecnologias de Informação e Comunicação

Histórias e memórias com futuro...

A Escola Superior de Educação/Instituto Politécnico de Setúbal vai realizar o Seminário "As TIC na Educação: Histórias e Memórias com futuro ..." no dia 15 de Fevereiro, para ssinalar os vinte anos de trabalho com as em conjunto com as escolas do ensino básico e secundário do distrito, o Centro de Competência Nónio - Século XXI.

Do programa consta uma Conferência com o professor Dias de Figueiredo, sobre "Contextos das TIC: passado, presente e futuro", várias comunicações, posters e uma mostra de materiais, cuja informação mais detalhada pode encontrar no site www.ese.ips.pt/nonio. Aí também poderá inscrever-se até ao dia 4, impreterivelmente.

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janeiro 30, 2005

Exposição de pintura em Miratejo

Rostos é o nome da exposição de José Carlos Monteiro, que vai ser inaugurada este domingo, às 16 horas.
A exposição estará patente até 15 de Fevereiro, na sala de exposições Dr.ª Irene Aleixo, em Miratejo.
A exposição pode ser visita de segunda a sexta-feira, das 10 às 12 e das 15 às 18 horas.
A iniciativa conta com o apoio do Centro de Actividades Sociais de Miratejo.

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janeiro 29, 2005

Ruben Carvalho fala de 'Conveniência patronal'

Ruben de carvalho, utiliza a sua secção Mil caracteres que mantém ao sábado, no DN, para abordar um tema interessante: Conveniência patronal

Conveniência patronal

O arrogante documento das confederações patronais apresentado na quinta-feira é um texto ameaçadoramente significativo. Muitos aspectos merecem atenção, mas a comunicação social salientou que os patrões "fizeram críticas aos partidos" por entenderem que "actuam por conveniência política e não por conveniência do País e dos cidadãos". Sendo certo que o que caracteriza um patrão é ser proprietário e não saber português, o problema é perceber o que querem as confederações dizer. O papelinho empresarial não fala em "conveniência própria", "conveniência partidária", "conveniência pessoal" fala em "conveniência política". É elementar admitir que, a fazer política (ou qualquer outra coisa), há que fazê-la convenientemente e que quem a executa procura que os seus actos sejam convenientes para a mesma. Cometer uma inconveniência política é fazer um erro, um disparate: do bom político se pretende que actue de forma conveniente para a sua política e mais ainda se tiver sido sufragada pelo eleitorado. Por outro lado, pode admitir-se com tranquilidade o conceito de que a política é um conjunto de actos que visa "a conveniência do País e dos cidadãos", boa quando o concretiza, é má quando o não faz. O povo exige exactamente uma política conveniente, que o sirva a ele e ao País. E o País e os cidadãos têm motivos para duvidar destas preocupações, exigências e ameaças vindas de um patronato desde sempre e implacavelmente empenhado na defesa das suas próprias... conveniências.

rubencarvalho@mail.telepac.pt

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janeiro 28, 2005

Imagens do Luís Cruz


Uma das imagens captada pelo Luís Cruz, no Gerês e editada no «Maganicephotos»

Do meu amigo Luís Cruz, camarada de armas no Comando da Zona Militar Leste, em Angola, nos anos de 70 e 71, recebi o mail que tomo a liberdade de trascrever:

Viva Jorge,
Já foste a Paris? E a Londres? Pois!, mas por acaso conheces a Peneda Gerês? Pode ser que sim. Dificilmente terás visto a extinta aldeia de Vilarinho das Furnas, do lado norte da barragem com o mesmo nome e se o fizeste certamente foi à distância, do topo da barragem porque passar para o outro lado, até onde ficava situada a aldeia, são necessários dois requisitos: andar a pé pelo menos meia hora, e ter a sorte de saber que a barragem está vazia para limpeza, o que raramente acontece. Como bom português que sou, apesar de também ter andado lá por fora, nunca perco oportunidade de apreciar o que temos de lindo por cá e foi por isso que numa das muitas idas ao Gerês, numa delas o fiz propositadamente para ver Vilarinho que se encontrava a descoberto.
Podes ver algumas imagens que fiz por lá no:
http://maganicephotos.typepad.com/
procura no álbum “SLIDES”.

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Eça de Queiroz está vivo!

Um amigo fez o favor de me enviar este texto do Eça, que mostra que o tempo não passou.

O texto vinha com este título:
Ou ressuscitou ou alguém lhe disse!

"O país perdeu a inteligência e a consciência moral.
Os costumes estão dissolvidos, as consciências em debandada, os caracteres corrompidos.
A prática da vida tem por única direcção a conveniência.
Não há princípio que não seja desmentido.
Não há instituição que não seja escarnecida.
Ninguém se respeita.
Não há nenhuma solidariedade entre os cidadãos.
Ninguém crê na honestidade dos homens públicos.
Alguns agiotas felizes exploram.
A classe média abate-se progressivamente na imbecilidade e na inércia.
O povo está na miséria.
Os serviços públicos são abandonados a uma rotina dormente.
O Estado é considerado na sua acção fiscal como um ladrão e tratado como um inimigo.
A certeza deste rebaixamento invadiu todas as consciências.
Diz-se por toda a parte: o país está perdido!"

Eça de Queiroz
(1871)

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janeiro 27, 2005

Foi há 60 anos...

Foi há 60 anos que o exército soviético libertou o campo de extermínio nazi de Auschwitz.
Que o Homem continue a condenar todas as formas de anti-semitismo, intolerância e xenofobia.

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janeiro 26, 2005

Voto útil

Sempre que somos chamados a votar aparece sempre o “peso” do Voto Útil.
Os partidos que lutam por conseguir a maioria absoluta consideram que é útil votar no seu partido para que o objectivo seja conseguido.

Os que sabem, à partida, que estão longe de chegar sozinhos ao poder apelam ao voto útil como forma de poderem servir de charneira para a eventualidade de ninguém conseguir a tal maioria absoluta.

Mas, o voto útil é o nosso, seja ele num dos partidos que têm líderes que concorrem para «primeiros ministros» e isto só é válidos para alguns, o que torna ridícula a questão, ou num pequeno partido, ou ainda quando se vota em branco ou anula o voto.

A utilidade do voto é definida por nós próprios. Depende da nossa vontade, no isolamento do acto.

Claro que todos os outros partidos consideram o meu voto inútil.

Mas eu também quase que me apetece dizer que considero esses partidos pouco úteis.

Publicado por dizerbem em 11:58 PM | Comentários (3)

janeiro 25, 2005

“Las Guitarras Locas” na Biblioteca da Moita

No próximo sábado, pelas 21 h, o auditório da Biblioteca Municipal Bento de Jesus Caraça, na Moita, vai receber o espectáculo “Las Guitarras Locas”, com os guitarristas João Cuña e Luís Fialho.
“Las Guitarras Locas” é um projecto de música instrumental baseado na comunicação e cumplicidade entre duas guitarras em palco com interpretação de composições originais e temas de outros autores.
A sonoridade latina com influências jazzísticas, flamenco e blues, caracterizam os momentos musicais criados em palco e transmitidos ao público.
A entrada é gratuita.

Publicado por dizerbem em 11:51 PM | Comentários (0)

janeiro 24, 2005

The Economist no Mag@nice

O Mag@nice recorre, com toda a propriedade a um estudo divulgado pelo The Economist para dizer uma série de verdades. Daquelas que todos sabemos mas que gostamos também de ouvir. Há uns que não gostas, mas esses não gostam de nada...

The Economist

Há quem lhe chame pessimismo. Normalmente os políticos usam o termo pessimismo como manobra de disfarce da realidade. Quando se fala em não crescimento significa que os políticos, mais uma vez, estão a falhar e então há que tentar esconder a realidade. Chamem-lhe o que quiserem: pessimismo, incompetência, falta de iniciativa, mas na realidade a economia portuguesa não vai crescer em 2005. São as conclusões do estudo que foi efectuado pela Unidade de Investigação Económica do grupo da revista “The Economist” que aponta que o PIB nacional deverá rondar os 2,1% e o crescimento económico não ultrapassará os 0,9%.

Porquê estas previsões? Porque em Portugal os políticos não fogem à regra: mentirosos, oportunistas e incompetentes. Porque apenas 11% das empresas investem na formação dos seus trabalhadores. Porque há falta de iniciativa.

Porque não há chefias competentes (a prová-lo está o facto do trabalhador português no estrangeiro ser produtivo e em muitos casos preferido). Porque isto é a república das bananas que durante os anos dourados dos elevados subsídios da CEE permitiu que elevado número de oportunistas usasse dinheiro que era destinado a investimentos em benefícios pessoais. Uma casa mal governada não pode crescer, diz a sabedoria popular.

Continua a pura filosofia dessa corja de mentirosos que em campanha ou fora dela tentam iludir recorrendo ao subterfúgio da mentira, aos mais variados disparates. Ouve-se um incompetente chamar o adversário de incompetente. Sucedem-se as promessas. Alguns são tão insensatos que se desdizem em poucas horas, ao longo de um mesmo dia.

Os políticos em Espanha cometem o mesmo tipo de dislates durante as campanhas, mas vencidas as eleições sabem encontrar a fórmula de bem governar e promover o crescimento do país. Portugal tem uma solução brilhante que é acabar com as despesas brutais que tem com os políticos e passar o governo para o Palácio da La Moncloa.

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janeiro 23, 2005

Trofa lança Concurso Literário

A Câmara Municipal da Trofa lanço a 4.ª edição do Concurso Literário Nacional da dedicado ao Conto Infantil. Depois do sucesso alcançado pelas edições anteriores, a autarquia volta a desafiar escritores de todo o País.

Desta forma, a Câmara Municipal pretende criar e consolidar hábitos de leitura e de escrita, promovendo a expressão literária, ao mesmo tempo que procura divulgar autores portugueses e a cultura trofense. Podem concorrer todos os cidadãos portugueses ou estrangeiros, desde que radicados em Portugal há mais de dois anos, que não tenham, no entanto, nenhum livro publicado.

Além da publicação do Conto, os prémios para os vencedores do concurso são aliciantes. Uma vez que o Concurso Literário Nacional não estipula limite de idade, e tendo em vista o incentivo ao aparecimento de jovens autores, a autarquia instituiu também o Prémio Jovem Escritor, com idade até 20 anos.

O regulamento do concurso passará a estar disponível no site da Câmara Municipal da Trofa em www.mun-trofa.pt.

O júri do concurso valorizará nos trabalhos concorrentes a criatividade e a inovação, a qualidade literária, a organização, coerência e coesão do texto, a obediência às características do género Conto Infantil e ainda a obrigatoriedade das obras fazerem alusão ao concelho da Trofa (esta alusão poderá ser de várias naturezas e ficará ao critério do autor do conto).

A arte de contar histórias regressa assim, em força, depois de nas edições anteriores do Concurso terem participado mais de 300 autores.

Os contos poderão ser enviados para a Câmara Municipal da Trofa ou entregues na Casa da Cultura da Trofa até ao dia 2 de Abril (dia internacional do Livro Infantil) e os nomes dos premiados serão revelados durante o mês de Junho de 2005.

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janeiro 22, 2005

Informação

O semanário «Primeira Página» que se edita nas regiões de Setúbal e Palmela, tem esta semana um artigo de Jorge Santos, director do site «Repórter.Online», onde o autor da coluna Verticalidades chama a atenção pela forma como os telejornais nos impingem a campanha eleitoral.

Informação

Nas quatro décadas que levo nesta vida de jornais, noto que deixou de haver uma certa solidariedade entre jornalistas, os quais se deixam arrastar pelas guerras das audiências, como se escrever para um jornal que tira mil exemplares não seja tão digno como trabalhar para o maior periódico do Universo.

É verdade que um grande meio de Comunicação Social (jornal, rádio, televisão ou online) terá, como é evidente, muito mais meios e condições para que os profissionais desenvolvam o seu trabalho de investigação e tratamento da informação do que um pequeno jornal ou rádio local.

No primeiro caso os órgãos são, maioritariamente pertença de grandes grupos financeiros, com interesses definidos. No segundo, jornais e rádios são sustentados graças à carolice de um ou outro “maduro” que gosta de servir a comunidade e que tudo faz para conseguir alguns patrocínios publicitários para suportar despesas.

E é nestes pequenos meios de Comunicação Social locais ou regionais que tudo se torna muito mais difícil. Aqui escasseia o pessoal para poder cobrir todos os acontecimentos que merecem destaque (e nas pequenas localidades tudo é, e com razão, merecedor de notícia) e raramente se encontra solução para tornar público o acontecimento.

Quantas vezes nestas redacções se recorre à elaboração de uma notícia com base num fax ou num mail remetido por uma autarquia, escola, colectividade, instituto ou outro organismo que mereça crédito.

Mas, nas televisões, onde nada falta, é verdade que não se dão notícias com base em faxes nem mails, mas utilizam-se as “modernas” tecnologias fazendo directos, previamente marcados para a hora dos telejornais, onde o promotor diz o que quer, durante o tempo que quer, dando-se ao luxo de não permitir perguntas.

Basta estarmos com atenção ao que se noticia de campanha eleitoral para vermos o que é jornalista a fazer de “pé de microfone” em comício ou visita e no fim ainda se dá oportunidade para autênticas acções de propaganda.

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janeiro 21, 2005

Fair Play

O meu amigo José Pedro, benfiquista do coração, mas não cego na emoção, mostrou-me hoje um bilhete de ingresso no Estádio José Alvalade (e não Alvalade XXI, conforme muitos jornalistas mal informados o continuam a designar) e disse-me: É mais bonito do que o do Benfica.
Para lhe agradecer a sinceridade da frase, adiantei: - É mais acolhedor!
O Zé Pedro ripostou: - Também!

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janeiro 20, 2005

Falta Paz nos Bombeiros...

É conhecido o desencontro entre as Associações de Bombeiros e Paulo Pereira Coelho, secretário de Estado Adjunto da Administração Interna, com o presidente da Federação a acusar o governante de “trauliteiro” e de “nada fazer” pelo sector e com este a ser responsabilizado por dizer que “os comandantes não sabem ler mapas cartográficos».

Parece ser indiscutível que Paulo Coelho nada faz pelos bombeiros, mas sempre é capaz de se encontrar algum comandante que não saiba mesmo ler uma carta cartográfica. Ou não?

Que não seja barra em contas isso é evidente. Pelo menos capacidade de argumentação em relação às mesmas.
Ora vejamos:

Em entrevista hoje publicada no JN, Jorge Bernardo, ex-comandante dos BVCoimbra, diz que a queda "abrupta" do número de serviços remunerados, solicitados por entidades públicas representou, em 2004, uma redução de receitas na ordem dos 75.000 euros.

Uma situação considerada "muito preocupante" pelo ex-comandante Jorge Bernardo, na apresentação do relatório de actividades referente ao ano passado. Segundo os dados ontem divulgados, em 2003, os BV tinham prestado 3220 serviços, na maioria transporte de doentes, solicitados por unidades de saúde.

Ao longo do ano passado este número baixou para 2207. Sendo este tipo de serviço considerado "um dos suportes financeiros" da instituição, "é muito preocupante o que se está a passar", continuou Bernardo, que cessou funções a 31 de Dezembro.

A fazer fé nos números divulgados na entrevista, a média de cada serviço cifra-se nos 75 euros, o que não será muito nem pouco.

Mas o ex-comandante dos BVCoimbra não pode é considerar prejuízo um serviço que não fez, pois se o não fez foi porque, felizmente, tal não foi necessário...

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Vai de roda

O Mag@nice mostra-nos um interessante instantâneo de Paulo Portas e atribui à foto o elucidativo título “Vai de Roda”.

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janeiro 19, 2005

Prémio Dom Diniz para Manuel Gusmão

O Prémio Dom Diniz, instituído pela Fundação Casa de Mateus, foi atribuído ao livro de poesia "Migrações de Fogo", de Manuel Gusmão, informou hoje a Editorial Caminho, que dá chancela à obra, segundo notícia da Lusa.

Manuel Gusmão nasceu em Évora em 1945, licenciou-se em Filologia Românica pela Universidade de Lisboa, doutorou-se com uma tese sobre a poética de Francis Ponge em 1987, e é professor na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa.

Membro da Associação Internacional de Literatura Comparada e fundador da Associação Portuguesa de Literatura Comparada, é autor de obras como "Teatros do Tempo" e "Os Dias Levantados" (poesia) ou "A Poesia de Carlos Oliveira" e "A Poesia de Alberto Caeiro" (ensaio) HSF.

Publicado por dizerbem em 06:24 PM | Comentários (0)

janeiro 18, 2005

Mais desempregados

Isto é uma maravilha
O número de desempregados inscritos nos Centro de Emprego aumentou 3,6 por cento em Dezembro, face ao mesmo mês do ano anterior, revelou esta terça-feira o Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP).

Mas esta notícia deixa-me baralhado porque, ainda não há muito tempo, um senhor Professor Doutor, que por acaso é Engenheiro, e cujo nome não interessa para aqui nem para agora, dizia-me que é preciso aumentar o desemprego para a economia crescer.

Assim compreendo a tomada de posição de PSL quando contesta o José Sócrates por este querer criar 150.000 novos empregos nos próximos quatro anos.

Publicado por dizerbem em 09:31 PM | Comentários (1)

janeiro 15, 2005

Boa vontade de Miguel Relvas

O secretário-geral do PPD/PSD quer que os partidos digam publicamente quais as empresas com que trabalham na apresentação de sondagens de opinião.

O dirigente “laranja” diz que não pode uma empresa trabalhar para um partido e para órgãos de Comunicação Social, como quem diz que uma empresa que cola cartazes para uma conceituada marca de cosméticos não pode afixar propaganda para um partido político.

A verdade é que muito pouca gente acredita em sondagens assim como poucos acreditam nalguns partidos.

Publicado por dizerbem em 02:15 PM | Comentários (0)

janeiro 14, 2005

VALE A PENA LUTAR

o plenário de dirigentes e activistas da União dos Sindicatos de Setúbal concluiu que "A dissolução da Assembleia da Republica e a convocação de eleições antecipadas para 20 de Fevereiro são inseparáveis da luta desenvolvida pelos trabalhadores do distrito e do País que se organizaram, mobilizaram, resistiram e lutaram, nas empresas e locais de trabalho, nos sectores e na rua e, em variados momentos exigiram a demissão do governo e um novo rumo para o País".

Publicado por dizerbem em 11:55 PM | Comentários (0)

janeiro 12, 2005

Morais Sarmento incompreendido

O ministro Morais Sarmento tem realmente valor e, para mal dos seus pecados, está constantemente a ser atacado por quem tinha obrigação de o defender.

Santana Lopes enviou-o a São Tomé para lançar a negócios da Galp na exploração das reservas petrolíferas daquela antiga colónia portuguesa e, em vez de o defender acabou por dizer que estava chocado com a notícia que dava conta dos elevados custos da deslocação àquela que agora é uma luxuosa estância de férias.

Para complicar a vida ao Morais Sarmento o ministro de Estado e das Actividades Económicas, Álvaro Barreto, o número dois da hierarquia governativa, aprontou-se a dizer que não sabia de nada e que Sarmento teria feito bem em querer sair do Governo.

Curiosamente o Governo de São Tomé não confirma negociações com a Galp para tal negócio.

Não há dúvida de que tudo corre mal a todos.

Publicado por dizerbem em 11:03 AM | Comentários (0)

janeiro 11, 2005

Ajudem os cães...

A União Zoófila acolhe mais de 800 cães, e precisa da ajuda de todos.
Este não é um pedido de dinheiro. É que com o frio, vento e chuva, os canis tornam-se locais desoladores, frios e húmidos, em que muito dificilmente estes animais conseguem aquecer-se.

Mesmo nestas condições, o canil foi o que melhor aconteceu na vida de muitos destes animais, que já sofreram tantos maus tratos.
Os canis são abertos e as noites tornam-se dolorosas para estes cães.

A UZ desdobra-se em esforços para os ajudar, mas é necessária uma quantidade descomunal de agasalhos para tantos animais.
É aqui que cada um de nós pode fazer um pouquinho:

se tiverem mantas e cobertores que já não utilizem, que foram substituídas por outras mais bonitas e que se encontram a um canto sem qualquer utilidade, tapetes velhos ou carpetes que ajudem a impedir que o frio do cimento gele estes nossos amiguinhos, por favor ofereçam-nas aos cãezinhos da Zoófila.
Não se esqueça de divulgar este apelo junto das pessoas que conhecem:

quanto maior for o número de pessoas que o lerem, maiores serão as possibilidades de garantir um pouco de calor para estes cães, que vivem
de forma tão precária.

Entregue os materiais na:
UNIÃO ZOÓFILA
ALTO DO BAIRRO DAS FURNAS
S.DOMINGOS DE BENFICA
(perto do Jardim Zoológico)

Contactos e Informações:
Luísa - 933 221 128
Maria João - 919 908 666

Lembre-se:
O que para si pode já ser lixo, para os nossos animais é um luxo.
Ajude-nos a melhorar as condições! em que se encontram os animais a quem procuramos salvar a vida."

Publicado por dizerbem em 04:29 PM | Comentários (0)

Socrates promete empregos

José Socrates prometeu “recuperar no período de uma legislatura os 150.000 empregos «perdidos» nos últimos três anos pelo Governo do PSD e CDS”, se os socialistas vencerem as eleições legislativas de 20 de Fevereiro.
É notável a vontade do líder do PS, mas fica-nos a incerteza do sucesso da sua intenção.
Aguardamos pela sua capacidade para convencer os empregadores para não fecharem mais empresas.

Publicado por dizerbem em 12:28 PM | Comentários (0)

janeiro 10, 2005

Educação Ambiental

Vários temas sobre Educação Ambiental são debatidos, entre quinta-feira e sábado, no auditório da Escola Superior de Ciências Empresariais do Instituto Politécnico de Setúbal, durante o Seminário Nacional Eco-Escolas 2005.

Publicado por dizerbem em 11:27 PM | Comentários (0)

janeiro 09, 2005

Mag@nice e a produtividade

O meu amigo e ex-camarada de armas Luís Cruz, no comentário que faz no Mag@nice, coloca o dedo na ferida em relação à questão da produtividade. O tema é sempre interessante e torna-se tanto mais preocupante quanto menos capacidade têm muitos dos empresários e políticos para resolverem o assunto.

Publicado por dizerbem em 01:05 AM | Comentários (0)

janeiro 08, 2005

Candidatos

No semanário «Primeira Página», Jorge Santos aborda a elaboração das listas por parte dos partidos que disputam a liderança do País e das confusões que estas têm provocado.

Candidatos

A escolha de candidatos para as listas de deputados tem causado algum mal-estar em vários partidos e provocado perturbações de espírito em diversos distritos.

O arrolar dos casos conhecidos seria fastidioso e provocaria um desperdício de espaço sem qualquer resultado prático e provaria que o caso Pôncio Monteiro, convidado por Santana Lopes para número dois da lista do Porto e posteriormente afastado por um outro quadro do PSD, o que provocou exacerbadas declarações do dirigente portista para com o líder dos sociais-democratas.

Nos partidos mais pequenos, como nas casas mais modestas, a discussão não vem para a praça pública. Nestes casos a necessidade de protagonismo não se faz sentir tanto e as questões são resolvidas sem publicidade para derrotados e vencidos, estes também carentes de “afectos” públicos.

Os responsáveis partidários, aos vários níveis, procuram colocar em lugar elegível quem possa levar à prática as suas ideias ou fazer prevalecer os seus interesses de modo a poderem perpetuar e alargar a sua esfera de influência.
Mas, e há sempre uma adversativa, sempre que se avizinha a possibilidade de dar nas vistas eis que começam a aparecer nas reuniões quem nunca e nada deu ao partido nem se preocupou em lhe dar uma boa imagem.

Há também os candidatos que são impostos pelas cúpulas partidárias e que os organismos de base têm de aceitar mesmo que a sua recusa seja unânime.
Está neste caso a imposição de Paulo Pedroso na lista do distrito de Setúbal, depois da comissão política distrital do Partido Socialista ter votado, par maioria, excluir o ex-cabeça.

A presidenta da estrutura distrital do PS justificou a decisão mas de nada lhe valeu pois de imediato um dirigente nacional veio dizer que Paulo Pedroso entraria num lugar não elegível e que só tomará assento no Parlamento depois de clarificado o caso que está em recurso.

Fica-nos como dúvida se nessa altura outros terão de desistir para dar lugar a quem não foi eleito.

jorgesantos@reporter.online.pt

Publicado por dizerbem em 07:07 PM | Comentários (0)

A reportagem a que temos direito

A euforia da Comunicação Social pelo jogo de futebol entre o Sporting-Benfica, desta noite, chegou ao ponto da SIC ter feito um directo para nos dar conta, pela voz de Nuno Luz, do momento em que a caravana dos «Leões» saía da Academia de Alcochete e dizia quando a imagem negra nos mostrava umas luzinhas a piscar: “vemos agora surgirem os batedores à frente do autocarro do Sporting”.

Esta imagem fez-me recordar um ex-repórter da Antena 1 que fazia um biscate numa rádio local e que ao fazer a cobertura de uma prova de ciclismo, dizia em grande pormenor de reportagem: “acabamos de ser ultrapassados pelo carro da Brigada de Trânsito”.
Quando temos repórteres destes não nos falta nada.

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janeiro 07, 2005

Pintura e desenho na Moita

Valter Marques apresenta, de 10 a 21 de Janeiro, na Galeria de Exposições do Posto de Turismo da Moita, uma mostra de pintura e desenho, trabalho maioritariamente surrealista e expressionista, empregando elementos simbólicos e atribuindo grande importância à intensidade da cor e que pode ser visitada de segunda a sexta-feira, das 9 às 12:30h e das 14 às 18 horas.

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janeiro 06, 2005

Acreditar no primeiro passo

O agência noticiosa AngolaPress dizia hoje que o sector da agricultura na província do Moxico (Leste de Angola) registou balanço positivo, em 2004, pelo facto de o número de mendigos ter reduzido consideravelmente no Luena, segundo palavras do director provincial da agricultura e desenvolvimento rural, António da Silva.

Para aquele responsável, que fazia o balanço das actividades desenvolvidas no ano passado, "isto significa que a população está a produzir e que nos próximos tempos a fome e a pobreza serão erradicadas”.
Que os nossos políticos aprendam que as grandes caminhadas têm sempre um primeiro passo.

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janeiro 05, 2005

Pelos milhares de mortos

O Mundo parou três minutos.
Era meio dia na Europa.

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janeiro 04, 2005

Vital Moreira está certo

Vital Moreira diz hoje no «Público», num artigo que titulou de “Aritmética pós-eleitoral” que o voto tem alguma racionalidade, pelo que não será difícil antecipar a vitória do PS nas próximas eleições, visto que se estará a julgar as políticas desenvolvidas pela coligação PSD-CDS (e não apenas o Governo de Santana Lopes).
E, a páginas tantas, o professor universitário de Coimbra lembra que “não basta querer uma maioria absoluta. É preciso lutar por ela e merecê-la. É esse o desafio que o PS de José Sócrates tem à sua frente nas próximas semanas”.

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janeiro 03, 2005

Sobe e desce dos impostos

Miguel Frasquilho, deputado do PSD, eleito pelo círculo de Setúbal, afirmou esta segunda-feira que o seu partido tenciona baixar a carga fiscal, caso vença as eleições legislativas antecipadas. Esta declaração surge como reacção a uma notícia avançada pela imprensa que atribuía ao PS a intenção de aumentar o IVA.
Em resposta ao diz que disse, José Socrates reagiu com alguma irritação, mas admitiu que o PS pode vir a mexer nos impostos mas promete não subir o IVA.
Não há dúvidas de que temos políticos com imaginação, o que deixa adivinhar uma campanha eleitoral divertida.

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janeiro 02, 2005

Teatro em Palmela

«Era uma vez... na floresta», uma adaptação livre de Céu Campos, de um texto de Ion Lucian, com músicas de José Ângelo e poemas e encenação de Fernando Guerreiro, vai à cena, na próxima quinta-feira, pelas 10:30 horas, no Cine Teatro S. João, em Palmela.

Esta peça de teatro musicado estreou em Dezembro no 9.º Festival da Canção Infanto-Juvenil de Palmela e, foi considerada um trabalho cénico perfeito, de Fernando Guerreiro, bem como o cenário e figurinos de Céu Campos, as actuações de todo o elenco e a caracterização de Carolina Macedo.

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janeiro 01, 2005

Ajudas necessárias

Certamente muitas outras acções iguais a esta estão em marcha mas esta fica aqui como exemplo: A Câmara Municipal de Setúbal vai ajudar financeiramente as vítimas da catástrofe do Sudeste Asiático, com uma acção de solidariedade destinada à recolha de fundos e um apoio a aprovar na próxima reunião pública.

A acção de solidariedade realiza-se no dia 15, a partir das 21 horas, no Fórum Municipal Luísa Todi, com artistas de Setúbal, cuja receita reverte integralmente para o apoio aos afectados pelo flagelo natural.

As entradas para esta iniciativa, organizada em conjunto pela Câmara Municipal e a Cáritas Diocesana de Setúbal, custam cinco euros. O montante angariado é depois canalizado para a ajuda às vítimas da recente catástrofe, através daquela instituição de solidariedade social.

Esta campanha de solidariedade desencadeada pela Câmara Municipal de Setúbal inclui ainda a aprovação, em reunião do Executivo, dia 5, de um apoio financeiro de dez mil euros, a atribuir, por intermédio da Cáritas, a favor das vítimas do flagelo que atingiu diversos países.

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